6 de jul. de 2009
Carrefour: rumo ao e-commerce
Ele ainda explica que filosofia do grupo francês é de um negócio de multicanais com diferentes formatos para qualquer categoria de produto e a internet será mais um canal entre os diversos já existentes no grupo (agência de viagem, posto de gasolina, drogaria). A sensação é de que a loja virtual do Carrefour pode nascer com foco numa determinada categoria de produto e ir expandindo de acordo com o comportamento da demanda. É bom lembrar que entre os itens mais vendidos no e-commerce estão os eletroeletrônicos.
Santos não confirma nenhuma hipótese sobre atuação da loja virtual, mas antecipa que essa análise já foi feita. “O mundo internet vai se integrar ao mundo físico, mas não vai ser igual ao mundo físico. O sortimento da loja virtual e a oferta de serviços pode ser um complemento para mundo físico”, sinaliza. Ele ainda revela que o consumidor é multicanal e deseja comprar pela internet, devolver no mundo offline, pesquisar online antes de comprar na loja física, enfim, a integração também é avaliada pela equipe que prepara o e-commerce do Carrefour no Brasil.
Fonte:
Decision Report
1 de jul. de 2009
Widgets: Sofisticação para o e-Marketing
Você tem um plano para Widgets? Muito tem sido discutido acerca dos diferentes tipos de widgets, gadgets e botões, mas o quão importante são eles para sua estratégia de marketing online?
Widgets são variações de ferramentas disponíveis em um website ou desktop de um usuário. Destinam-se tanto para oferecer alguma funcionalidade específica, como uma calculadora, como para disponibilizar informações em tempo real, a exemplo das pequenas caixinhas com notícias sobre o tempo.
Geralmente posicionados nas barras laterais do navegador ou desktop, os widgets são relativamente simples de implementar (algumas linhas de Java Script).
Vamos ver os principais tipos de widgets disponíveis atualmente:
#Web Widgets
Os web widgets têm sido utilizados há tempos para Programas de Afiliados. Como exemplo, você pode conferir os famosos botões da Amazon aqui Mais exemplos de web widgets, procure por qualquer um dos caras abaixo. Tem muita coisa legal.
#Google Gadgets
O Google possui um API que torna simples a criação e compartilhamento de gadgets. Veja exemplos aqui.
#Gadgets de Desktop
Estes tipos de widgets estão rodando por aí há tempos. Quem tem Windows Vista sabe do que estamos falando. Quem não tem veja aqui.
#Widgets de Redes Sociais
Esse tipo de widget está em todo lugar. Aqui mesmo no iMasters, no topo de cada matéria, é possível enviar o texto para o Digg, Twitter e Del.icio.us. Além de oferecer atalhos para visitantes, são úteis para ranquear os artigos em nível de popularidade. O mais legal desses widgets é o encorajamento gerado para criar inbound links, ótimo para incrementar as atividades de SEO.
#Aplicações do Facebook
Este é um caso a parte. O Facebook permite que os desenvolvedores criem pequenas aplicações interativas que os usuários podem adicionar ao seu perfil. Observe que entre as aplicações top, a grande parte não está relacionada a alguma marca, mas entre as top 10 temos duas ou três que representam alguma bandeira.
#Widgets para aparelhos móveis
Os tipos de widgets citados acima são facilmente adaptáveis para celulares. Entretanto, investir neste segmento requer consciência de que estamos falando em impactar nichos, como executivos que possuem blackberry.
Como os widgets integram a estratégia de marketing online?
Os widgets combinam algumas técnicas de web marketing:
- PR Onine e Marketing Viral
- Branding
- Geração de Leads através de Programa de Afiliados
Ao encorajar seus parceiros a utilizar seus widgets, você empreende na evangelização de seu público sobre sua marca e interage com os usuários mesmo quando não estão no seu site. Os principais benefícios são:
- Aumento do alcance, pois atinge uma audiência dispersa, que não está no seu site;
- Oferece experiência rich media ao usuário, com alto nível de engajamento;
- Direcionador de tráfego pra seu website, dando suporte ao SEO;
- Mash-ups para profunda integração;
- Baixo custo;
- Suporte ao SEO.
Entretanto, leve em consideração que pensar em widgets significa pensar em uma parte de seu plano de web marketing. Investir somente no desenvolvimento destas pequenas aplicações não trará nenhum resultado significativo, seja qual for seu objetivo.
That's all folks!
26 de jun. de 2009
Pega ladrão! Tem alguém roubando meus cliques!

Na semana passada, uma notícia trouxe à tona um problema que tira o sono de qualquer profissional de marketing que investe em PPC. Anunciando nada mais, nada menos do que um prejuízo estimado em US$ 750 mil, a Microsoft é a mais nova vítima em larga escala de Click Fraud.
Este crime cibernético, também conhecido no Brasil como "Fraude de Cliques", consiste em pessoas, scripts automáticos ou programas de computador que imitam o comportamento habitual dos usuários de web browser ao clicar em um anúncio online, sem qualquer interesse, forçando o anunciante a pagar por cliques irrelevantes.
Esse tipo de fraude está longe de ser novidade. Toda vez que alguém toma pela primeira vez conhecimento de como funciona o Pay Per Click Marketing, surge um "diabinho" no pé da orelha dizendo: "hummmm... se você clicar sem parar nos anúncios do seu concorrente, é possível levá-lo à falência".
Vamos conhecer os possíveis tipos de fraude e quem são os "meliantes virtuais" mais famosos.
Inimigo #1: Concorrentes
Prática tipicamente manual e adotada em menor escala, já que além de dar trabalho, leva tempo e pode cair nas graças da justiça, afetando gravemente a reputação de quem clica de forma maliciosa.
Inimigo #2: Programa de afiliados
Um Programa de Afiliados é uma estratégia de geração de tráfego muito utilizada nos EUA. Sites de terceiros divulgam o seu negócio em troca de comissões sobre as vendas e/ou leads gerados. Não vamos generalizar, mas infelizmente alguns afiliados fazem qualquer coisa para competir com outros afiliados, chegando a forjar o fluxo de tráfego através de ferramentas de cliques falsos.
Inimigo #3: Você
Isso mesmo. Parar tirar proveito do Adsense etc, muitos proprietários de sites clicam nos anúncios de sua própria página, manualmente ou automaticamente. Outra possibilidade é pedir para que amigos e familiares clicarem, Não se engane, os algoritmos dos programas detectam a farsa rapidamente, cruzando informações de padrões comportamentais.
Precauções
- Fique de olho nos concorrentes - Monitore quem está competindo com você em relação às palavras-chave nos mecanismos de busca, pois a concorrência é uma fonte potencial de ataques. Algumas ferramentas oferecem relatórios que detalham o número de cliques vindos de concorrentes e outras possíveis fontes de fraude.
- Monitore suas campanhas online - É meio óbvio, mas ainda existem pessoas que acham que o trabalho acaba quando a peça é publicada. Fique atento aos relatórios gerados pela sua ferramenta de web analytics e faça um paralelo com os dados gerados pelo mecanismo, seja Adwords ou outro semelhante. Veja a porcentagem de cliques dados como inválidos.
- Escolha sites de alto valor para seus anúncios online - Sites de baixa qualidade são incubadoras de fraudes. Além de garantir tráfego, exemplos como Google e Yahoo oferecem menor risco de fraude.
Métricas que merecem atenção:
- Média de cliques diários (um aumento muito grande pode ser indício de fraude);
- Volume de cliques x Hora/Dia, para verificar taxa de crescimento;
- Média de Page Views x Cliques (caso você seja vítima de fraude, essa taxa será baixa, uma vez que a navegação no site não estará de acordo com o padrão de comportamento esperado);
- Taxa média de conversão x Palavra-chave, por clique;
- Média de cliques baseada em posições específicas de busca paga;
- Volume de cliques x Conversão zero.
Fique de olho!
That's all folks!
Fonte:
Notícia da morte de Michael Jackson derruba Google e Twitter
Sites sofreram sobrecarga de usuários horas depois da morte do cantor.
Golpistas aproveitaram notícia para criar novos golpes por e-mail.
A atriz Jane Fonda comentou sobre Michael em sua página no Twitter; serviço apresentou falhas devido a sobrecarga de usuários (Foto: Reprodução)
Horas depois de a morte do cantor Michael Jackson ser anunciada, nesta quinta-feira (25), a sobrecarga de usuários buscando e criando conteúdo na internet chegou a derrubar serviços como as buscas do Google e a rede de microblogs Twitter.
As buscas no Google cresceram tanto, e em espaço de tempo tão curto, que a empresa achou que estava sendo vítima de um ataque, disse Gabriel Stricker, porta-voz da empresa, em entrevista à BBC.
Por aproximadamente 30 minutos, usuários que buscavam por "Michael Jackson" recebiam uma mensagem de erro alertando que o termo era "muito semelhante a requisições automatizadas" realizadas por vírus e softwares espiões.
No Twitter, serviço em que o internauta compartilha mensagens de até 140 caracteres com uma lista de seguidores, o número de publicações duplicou no momento em que a notícia da morte de Jackson foi divulgada.
Biz Stone, cofundador do Twitter, disse ao "Los Angeles Times" que esse pico de atividade foi o maior da história do serviço desde as eleições norte-americanas, em 2008. Foi registrada uma média de 5 mil mensagens (ou "tweets") por minuto. A sobrecarga resultou em alguns erros no sistema de busca e causou lentidão no serviço.
Ainda segundo o "Los Angeles Times", a frequência de atualizações no Facebook triplicou, mas a rede social não teve problemas técnicos.
Golpistas em ação
Os primeiros golpes virtuais baseados na notícia da morte de Michael Jackson começaram a circular cerca de 8 horas depois da divulgação das informações, segundo reportagem do "The Register".
A empresa de segurança Sophos identificou um spam que prometia mais detalhes sobre a morte do astro, mas, na verdade, era projetado para atacar os endereços de e-mail da vítima.
Segundo a Sophos, o e-mail não tem anexos, nem links. Se o usuário responder à mensagem, porém, o golpista consegue ter acesso ao catálogo de endereços da vítima. A recomendação dos especialistas é que e-mails suspeitos sejam deletados.
Fonte:
25 de jun. de 2009
MercadoLivre.com amplia área de publicidade online
Os novos integrantes da equipe do MercadoLivre.com atuarão como executivos de conta da unidade de negócios de publicidade do site. De acordo com o Instituto de pesquisa Comscore, o www.mercadolivre.com é a plataforma de varejo mais visitada no Brasil com mais 12 milhões de visitantes únicos por mês.
Ricardo possui mais de 15 anos de experiência em planejamento e realização de vendas, expansão comercial e marketing estratégico e, dimensionamento de mercado. Entre as principais empresas por onde atuou estão a Rhodia, EBD, PUCCAMP, Identidade Comunicação e Marketing, UOL - Folha de São Paulo
Kátia Kobayachi Mol é graduada em Publicidade e Propaganda pela Universidade Mackenzie e possui mais de 14 anos de experiência no setor nas áreas online e offline. Nos últimos anos, trabalhou na Logullo Associados Publicidade, Euro RSCG Interaction e 4D, Ogilvy Interactive, Rapp Digital e Buscapé.
Ricardo e Kátia atuarão ao lado de Rochelle de Pieri, gerente de Publicidade, e Carlos Curioni, diretor de Novos Negócios do MercadoLivre.com.
Fonte:
Adnews
19 de jun. de 2009
Web Marketing B2B: do lead ao branding
Depois de receber um comentário e fazer algumas pesquisas, constatei que muito do que se fala sobre web marketing por aí refere-se ao mercado B2B. Resolvi investigar e vi recorrências sobre uma mudança no mix de marketing para este mercado. Vamos aos fatos.
De acordo com um estudo realizado pela Marketing Profs em conjunto com a Forrester em 2008, os altos executivos de marketing entrevistados afirmaram que mesmo diante de uma desaceleração econômica, seus budgets permaneceriam intocáveis ou até mesmo aumentariam.
Os mesmo destemidos e otimistas executivos (ou pelo menos aqueles que mantiveram seus empregos) viram o budget encolher em 2009 e perceberam que deveriam ser mais seletivos e criteriosos. E adivinha "quem" virou a menina dos olhos do marketing?
A WEB!
Quase metade dos profissionais entrevistados afirmou que planeja investir parcelas cada vez maiores em marketing online.
A grosso modo, vamos considerar aqui que o web marketing B2B tem dois alicerces básicos: Geração de Leads e Branding. Sob o ponto de vista business-to-business, empresas menores e com orçamentos mais tímidos preferem focar em geração e conversão de leads; companhias maiores, também investem em branding. Vamos ver agora pontos que não podem faltar em qualquer plano de web marketing.
SEO e PPC
Veja o gráfico abaixo.
Como mostra o gráfico, compradores estão muito mais propensos a encontrar fornecedores quando eles estão prontos para comprar do que responder a um contato do vendedor que pode ou não impactá-los na hora certa.
Segundo dados do mercado, 75% dos compradores B2B usam mecanismos de busca para pesquisar fabricantes e distribuidores. Quanto aos resultados das pesquisas, 75% dos cliques são em busca orgânica. Uma estratégia de SEO bem feita, aliada à otimização de conteúdo e link building, é o start up para qualquer plano.
Para dominar os mecanismos de busca, mesmo com os resultados acima, não desconsidere o Google Adwords. Pequenos anúncios de texto são ideais para começar. SEO e PPC são ótimos para gerar leads.
AD Networks
Uma Ad Network é uma rede que conecta múltiplos websites para hospedagem de anúncios. Existem redes especializadas em verticais; exemplos lá de fora conhecidos são o Industrybrains e Bizo. No Brasil, uma rede focada em verticais é a All Match Ad Network. Ad Networks são ideais para quem quer incrementar o branding com alta exposição de marca.
Programas pagos para geração de leads
Algumas empresas têm adotado ferramentas pagas para geração de leads qualificados. Geralmente, pacotes com números determinados de leads são comercializados; a empresa interessada disponibiliza whitepapers, podcasts, webcast, cases e etc, oferecidos através de cadastros. Quanto mais segmentado o portal que oferece o download, mais qualificado o lead.
Email Marketing e patrocínio de newsletters
Ações de email marketing têm se mostrado altamente efetivas para geração de leads e conversão. Em uma pesquisa fresquinha da Forbes, lançada neste mês, 39% dos entrevistados julgaram o email marketing como ação ideal para conversão.
Patrocínio de Newsletter
Patrocinar newsletters não é caro e nem intrusivo. Por dividir espaço com conteúdo editorial, tem forte apelo de branding, já que associar uma empresa a certo tipo de conteúdo relevante para determinado público é pura estratégia de percepção de marca. Leve em conta também que newsletters com temas profissionais são lidas com mais atenção do que aquelas com temas pessoais. Ou vai dizer que você nunca comentou perto do seu chefe algum dado de mercado só para impressionar? Eu já.
Banner advertising
Ainda dá para levar em conta, mas atenção: só se for estratégia de branding. É o arroz e feijão do online advertising. Contudo, uma tendência comportamental foi verificada entre os usuários web: estamos falando de banner blindness. Estudos de eye tracking comprovam que os banners têm sido cada vez menos visualizados.
Um ou dois banners por página é ideal, mas não espere altos CTR's. Essa dica vale para B2B ou B2C, já que quem está sentado na frente do monitor é sempre o ser humano.
Muitas outras ações, isoladas, podem ser adaptadas do B2C para o B2B, como por exemplo, mídia social. Investimento em Social Media não dá lucro em curto prazo, até porque não é esse seu objetivo. Se o seu chefe é do tipo que adora perguntar "Quanto isso já reverteu em venda?", espere um pouco para incluir esse tipo de iniciativa no seu mix de marketing B2B.
That's all folks!
Fonte:
18 de jun. de 2009
Pequenos varejistas se destacam no e-commerce
Por Sylvia de Sá, do Mundo do Marketing
sylvia@mundodomarketing.com.br
O comércio eletrônico no Brasil tem apresentado forte crescimento. O segmento registrou taxas de aumento entre 30 e 40% nos últimos anos. Segundo a e-bit, apenas nos três primeiros meses de 2009, o e-commerce brasileiro faturou cerca de R$ 2,3 bilhões, representando um crescimento nominal de 25% em relação ao mesmo período do ano passado.
A confiança que o canal traz ao consumidor e a maior conscientização no ato da compra continuam sendo fatores que contribuem para essa tendência de aumento nas vendas. “Os consumidores estão mais informados a cada dia e orientados a fazerem uma compra com segurança. A tendência é que esse tipo de comportamento continue se alongando nos próximos tempos”, explica o Diretor Feral da e-bit, Pedro Guasti.
Além disso, de acordo com Guasti, enquanto o Brasil não tiver uma taxa elevada de brasileiros com acesso à internet, as chances de aumentar a base de pessoas conectadas são grandes e, consequentemente, de consumidores do e-commerce. O número de pessoas com acesso à internet em casa ou no trabalho é de 44,5 milhões, segundo o IBOPE Nielsen Online.