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11 de ago. de 2009

Lembra da aula de redação na escola?



"Ou escreves algo que valha a pena ler, ou fazes algo acerca do qual valha a pena escrever." Benjamim Franklin

Article marketing é um tipo de divulgação através da qual profissionais escrevem artigos relacionados a sua indústria de atuação. Estes artigos ficam disponíveis no mercado para distribuição e publicação. Cada artigo contém uma bio e referências de contato sobre o autor e seu negócio. Artigos bem escritos podem ser excelentes ferramentas de divulgação e aumentar substancialmente a credibilidade do autor e do negócio, pois constituem em produção intelectual e relevante.

Com o desenvolvimento do Web Marketing, os artigos naturalmente ganharam espaço na web. O Online Article Marketing tem provado sua eficácia em diversas iniciativas de web marketing, principalmente quando falamos de SEO. Além de incluir inúmeras palavras chave de valor, a distribuição de artigos aumentará o número de backlinks. Quando os textos são distribuídos via RSS, a exposição é ainda maior e o número de backlinks aumenta exponencialmente. Os artigos podem ser enviados em formato de newsletter, disponibilizados na homepage da empresa ou incluídos em diretórios específicos.

A distribuição gratuita de artigos, no entanto, levou a uma grande quantidade de conteúdo duplicado pela web. Outra questão é que, se escritos de forma indiscriminada, os artigos têm sua qualidade comprometida.

Portanto, vamos ver agora os fundamentos que irão auxiliá-los na criação de artigos eficientes.

1. Brainstorm

Talvez seja esse o único momento que dependa somente de você. Pense em um tópico com o qual você se familiarize e reflita como você pode adicionar valor para a sua audiência falando sobre o tema escolhido.

2. Pesquisa de palavras-chave

Use o Google Search Keyword Tool. Digite na caixa de texto da ferramenta a principal palavra ou expressão que representa o tema escolhido.


Observe a sugestão de palavras relacionadas e as acrescente no corpo do seu artigo. Isso tornará a sua produção muito mais "encontrável" pelos mecanismos de busca.


3. Título do Artigo

As palavras que compõem o título do seu artigo podem ter 3 diferentes tipos de apelo: Intelectual, Empático ou Espiritual. O apelo intelectual é mais efetivo quando seu artigo trata de produtos ou serviços que exigem raciocínio ou avaliação criteriosa. Um apelo empático é ideal para provocar reações emotivas positivas nas pessoas. Um apelo espiritual é ainda mais profundo e desencadeia inúmeras reações nas pessoas. A definição do apelo a ser utilizado determina um índice conhecido por EMV (Emotional Marketing Value). Não existe um apelo mais ou menos adequado; cada situação e tipo de negócio exigem uma ou outra adequação. Veja uma ferramenta gratuita que analisa títulos; muito bacana, para palavras no idioma inglês.

4. Início

Seu título já foi bem desenvolvido e atraiu muitos leitores. Cuidado para não fazer da sua introdução um "parágrafo de saída". Faça um suspense daquilo que vem pela frente, provocando a curiosidade do leitor.

5. Meio

É nesse momento que você vai abordar o tema principal com "sustância". Aborde o problema central, prove com argumentos precisos, sejam dados do mercado, sejam números, cases (de forma abreviada) e ofereça uma lista de sugestões e soluções, ou ainda orientações. Usar tópicos é uma boa, sinaliza organização e praticidade.

Nesse momento, se faltar conteúdo, lembre-se: "O Google é meu buscador, e nada me faltará". Ninguém nasceu sabendo tudo sobre tudo, e no mínimo você vai ler muito e aprender mais ainda. Lembre-se somente de verificar a fonte das informações para não sair distribuindo hoax por aí.

6. Fim

Feche o seu artigo com uma chamada. Pode ser uma incitação a um contato, um redirecionamento para saber mais, com uma continuação bacana em algum lugar.

Que tal arriscar hoje mesmo?

That's all folks!

Fonte:
Marcela Daniotti - iMasters

3 de ago. de 2009

Publicidade online se torna mais pessoal

Mais um escrito sobre cookies... não sou contra a utilizações de cookies, mas vale a pena ler!

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03/08/09

Apesar de toda a preocupação e indignação quanto à privacidade online, anunciantes e empresas que operam dados sempre souberam muito mais sobre a vida de seus clientes fora da rede, o que inclui dados sobre renda, propriedade de imóveis, os carros que as pessoas licenciam e informações como a posse ou não de uma licença de caça. Recentemente, algumas dessas empresas começaram a conectar essa montanha de informações aos navegadores de web dos consumidores.

O resultado é uma mudança radical na maneira pela qual as pessoas receberão a web. Elas não só terão publicidade personalizada como versões diferentes de sites, em comparação às recebidas por outros consumidores, e podem até receber descontos diferenciados em suas compras online - e tudo isso com base em informações sobre sua vida fora da Internet. Duas mulheres que trabalham em salas vizinhos de um escritório podem frequentar o mesmo site de cosméticos, mas uma delas receberia publicidade de um perfume Missoni de US$ 300 enquanto a outra um anúncio para batom com marca de loja e preço de US$ 2.

A tecnologia que permite essa conexão não é novidade - trata-se de um pequeno código de computação conhecido como "cookie", que fica instalado no disco rígido de um computador. Mas a informação que o cookie detém mudou. E tudo isso é realizado de maneira invisível.

"Agora, você está percorrendo a Internet com um cookie que indica que você é tal tipo de consumidor: nível de renda X, faixa etária Y, urbano ou rural, com ou sem crianças em casa", disse Trey Barrett, líder de produto na Acxiom, uma das empresas que está oferecendo esse tipo de conexão aos anunciantes.

Os anunciantes afirmam que essa especificidade é útil, e elimina parte do trabalho de adivinhação envolvido nos perfis que utilizam apenas dados de Internet. Com isso, os produtos são exibidos a pessoas que têm maior probabilidade de se interessar por eles. Grupos de varejo como a Hap, Sephora e Victoria¿s Secret estão usando essa tática.

Mas os defensores dos consumidores afirmam que esse rastreamento invisível é perturbador. Se na velha Internet ninguém sabia que você era feio pra cachorro, na nova versão dirigida é possível saber que raça de cachorro você é, qual é sua cor favorita para coleiras, quando teve pulgas pela últimas vez e em que data foi castrado.

"O caso de amor entre o setor e os cookies persistentes tornou virtualmente impossível a um usuário entrar online sem ser rastreado e acompanhado¿" disse Marc Rotenberg, diretor executivo do Centro de Informações sobre Privacidade Eletrônica, em mensagem de e-mail.

Embora o Congresso dos Estados Unidos tenha recentemente conduzido audiências sobre privacidade online, as sessões se concentraram na questão das práticas de direcionamento comportamental. O setor argumentou que não é necessária intervenção governamental, e a Comissão Federal do Comércio (FTC) até o momento vem acatando esse argumento.

Os consumidores podem evitar rastreamento por cookies apagando os cookies de suas máquinas ou programando seus navegadores de maneira a não aceitar cookies. Mas poucos o fazem, e os defensores da privacidade afirmam que é fácil para as empresas instalar cookies sem que os usuários percebam.

Por décadas, empresas operadoras de dados como a Experian e a Acxiom compilaram imensos volumes de informações sobre todos os cidadãos norte-americanos. A Acxiom estima dispor de 1,5 mil dados diferentes sobre cada norte-americano, baseados em informações que variam de certificados de garantia a registros de nascimento e casamento, passando por assinaturas de revistas, registros públicos e até registros de cachorros junto ao American Kennel Club.

Patrick Williams, editor da Worth, uma revista de finanças pessoais, solicitou recentemente que a Acxiom localizasse nomes e endereços de 10 mil cidadãos norte-americanos em 11 diferentes cidades do país com residências de valor superior a US$ 1 milhão, patrimônio líquido superior a US$ milhões, moradores em áreas próximas às ocupadas por outras pessoas ricas e assinantes de publicações de negócios.

"Eles são a mais assustadora das empresas de dados - sabem demais", disse Williams, que se declara altamente satisfeito com os dados recebidos da Acxiom. Empresas como ela e sua concorrente Datran Media fazem a conexão entre dados online e offline quando uma pessoa se registra em um site ou clica em uma mensagem publicitária de anunciante.

Os cookies da Datran, por exemplo, incluem entre 50 e 100 informações. Ambas as companhias afirmam que os dados dos cookies não estão vinculados a nomes. A Datran e Acxiom usam esses dados para vender publicidade em sites como NBC.com, Facebook e Yahoo, às empresas que utilizam seus serviços.

Já os usuários teriam pouco motivo para imaginar que sua experiência ou a publicidade que veem estejam sendo personalizados com base no valor de suas casas ou na marca do carro que dirigem.

Tradução: Paulo Migliacci

Stephanie Clifford - The New York Times

Fonte: Adnews

15 de jul. de 2009

ROI? Não… é ROE!



Acho que todos ou grande parte dos profissionais de marketing já passaram por apuros com o chefe quando o tema da reunião é Social Media. Está difícil de convencer o seu superior de que marketing social deve ser encarado como prioridade? Você tem sido cobrado quanto aos resultados das campanhas desenvolvidas?

Existe uma peculiaridade quando o assunto é Mídia Social x ROI. A peculiaridade é que não existe bem um "ROI" nesse caso.

O problema em determinar o ROI para iniciativas em Mídia Social é que na verdade todos tentam "quantificar o que não é quantificável". Interações humanas e conversas online não são variáveis numéricas.

Portanto, é importante saber que não estamos calculando Retorno sobre Investimento (ROI), mas sim Retorno sobre Engajamento (ROE).

Responda a pergunta abaixo:

Por que raios você investe em Mídia Social?

a. ( ) Para ganhar dinheiro.
b. ( ) Para ampliar os negócios (forma bonitinha de dizer "para ganhar dinheiro")
c. ( ) Se tu twittas e ele twitta, por que não twittarmos?
d. ( ) Por que assim eu consigo usar o Orkut e Twitter no trabalho em paz, alegando que agora eles são ferramentas de trabalho e não diversão.
e. ( ) Para ficar por dentro das conversas online sobre minha companhia e ampliar a percepção do usuário sobre minha marca.

Se você acertou a resposta acima, é por que você sabe muito bem que é importante:

* Descobrir as conversas online relevantes em tempo real por toda a web social;
* Monitorar e rastrear atividades independentemente do formato de mídia empregado;
* Analisar o buzz gerado e a influência dos buzzers;
* Atentar para blogs, microblogs, fóruns, posts do linkedin, sites rich media, redes sociais diversas, até mesmo flickr e youtube, bookmarks, número de amigos, seguidores, quantidade de downloads realizados, sites "favoritados".

Para calcular o ROE, alguns passos devem ser respeitados.

1. Escutar Monitore as conversas online e fique atento às menções sobre seus produtos/serviços/marcas em blogs, microblogs e redes sociais. Utilize recursos de buscas das próprias plataformas, buscas com #tags, indexadores como Technorati, etc.
2. Mensurar Capture todo o buzz gerado e pistas sobre os buzzmakers. Descubra desde o que eles postam até o que eles baixam, favoritam, visualizam e linkam.
3. Engajar Ferramentas de engajamento e workflow auxiliam no rastreamento das conversas, determinação de tarefas internas, criação de tags customizadas para posts e etc.
4. Decidir Decisões baseadas em Insights tornam qualquer negócio mais ágil. Ao descobrir as preferências dos seus clientes e compará-las com os dados extraídos da sua ferramenta de Web Analytics, você vai obter um entendimento muito mais completo da percepção do seu cliente sobre sua marca.

#Plano B

Se com toda essa explicação você não cair nas graças do patrão e a trilha sonora de suas conversas é o barulho da caixa registradora (no dia que você tiver uma empresa você vai fazer a mesma coisa, não se engane), use a lista abaixo:

Como convencer seu chefe a investir em Social Media:

1. Forneça dados completos. Mostre cases de sucesso para Social Media e enfatize que a companhia sempre deve buscar novas oportunidades de venda.
2. Diga e repita que os gastos com Marketing Social são mais baixos em comparação a outras formas de marketing.
3. Demonstre o valor das mídias sociais existentes e como novas iniciativas em mídia social poderiam criar mais valor (ou até mesmo substituir) velhas práticas existentes na companhia hoje.
4. Explique que marketing baseado em mídias sociais (quando bem feito, mas isso é por sua conta!) cria embaixadores da sua marca, e que eles trabalham de graça para sua empresa.
5. Mostre que as mídias sociais estão aqui para ficar - existe hoje uma evidente dependência dos clientes nas mídias sociais, isso indica que não entrar agora significa perder novas oportunidades.
6. Mostre que a concorrência está fazendo marketing social e sua empresa não.
7. Procure ocorrências sobre sua empresa na web (Google, Google e Google) e mostre ao seu chefe, para encorajá-lo a desenvolver diálogo com os "falantes".

Agora, se nada disso funcionar...
Entre aqui.

Ah! E a resposta do teste é a letra "e".

That's all folks!

Fonte:
Marcela Daniotti - iMasters

13 de jul. de 2009

You Know You Work In Search When You…

1. have more logins than you do pairs of socks.

2. friended Danny Sullivan before you met him.

3. don’t think you’re a Cuttlet.

4. typically have at least 3 different browsers open simultaneously.

5. have considered dating a college student/education professional to get links.

6. grocery shop and think “my average CPC is higher than that apple/steak/wine bottle.”

7. get really excited when your map overlay is light green in a 3rd world country.
namibia




8. look for house numbers 404 and 300 with the same enthusiasm as house 69.

9. receive grammatically incorrect emails form India offering to write you copy.

10. cannot convince your friends you do more than surf the web all day.

11. were disappointed to learn SEO by the Sea is in Virginia.

12. have wondered why SEO Quake bothered with an Explorer version.
seo quake, explorer


13. think Gray Wolf was written by Jack London.

14. won’t shop online without looking at the backlinks first. (@DaveNaylor)

15. see yellow sneakers and can’t help but think of Rand Fishkin.

16. hear the term “women in search” and do a mental check list of sphinn avatars.

17. checked to make sure “c14n” was accurate.

18. have asked someone if Sexy SEO really looks like that.sexyseo


19. cannot watch the Wizard of Oz without the adjectives rust, evil, and green crossing your mind.

20. can’t imagine not ranking first for your name.

21. can’t watch softcore without thinking of the opening credits to White Board Friday.

22. never say “I don’t know” instead you say “just Google it.”

23. are annoyed with weather reporters who blame technology when they’re wrong for things “out of their control”.

24. gave up on Chrome because it doesn’t have decent plugins.

25. know the date your blog received the most traffic & what keywords it ranked for.

26. pondered whether facebook groups or fan pages send more traffic.

27. optimized a bad breakup’s name with the term gay, bitch, or sex offender.

28. covet your collection of free memory sticks from SMX/SES/PubCon.

29. think SPAM stands for any Site Positioned Above Mine.

30. see a search party on the news, and get upset you weren’t invited. (@kevgibbo)

31. know people’s twitter names before you know their full names.

32. you mentally prioritize your shopping list with a “Top 10.”

33. can discuss at least 2 custom 404 error pages you found funny.
error67


34. have had at least one username paused by an admin.

35. praise open source but still picked iPhone over Android.

36. Google a potential love interest before you even get to the first date.

37. plot to get family members over 50 years old social media accounts.

38. introduced yourself in person with “That post/tweet you wrote…”

39. don’t understand why you can’t click on an ad in a magazine to get to the product. (@JudithLewis)

40. notice that in late April, SEO Book theme colours are everywhere.

Fonte:
Marketing Pilgrim

7 de jul. de 2009

Web Marketing é uma coisa FOFA

Pessoal, olá!


Estava redigindo o meu artigo da semana e nele falo um pouco sobre a Análise SWOT, ou como é chamada aqui no Brasil, Matriz FOFA. Se você achou o nome engraçado, nem imagina como os profissionais de marketing na Argentina chamam. Ou se imaginam, estão rindo. Olhe aqui. Só podiam ser os hermanos.


Brincadeiras a parte, vamos aos fatos.


Bom gente, a Matriz FOFA não é só um quadrado dividido em quatro com alguns tópicos em cada uma das divisões. Através da análise destes dados, é possível tirar uma série de conclusões e traçar estratégias bem batutas, que podem ser inclusive utilizadas para traçar diretrizes relacionadas a planos de webmarketing.


Vamos a um esboço de Matriz FOFA.



Pequeno glossário curto e grosso:


FORÇAS: Coisas que a empresa faz bem


FRAQUEZAS: Coisas que a empresa não faz bem


OPORTUNIDADES: Condições do ambiente externo que favorecem as forças


AMEAÇAS: Condições no ambiente externo que não favorecem as forças ou enfatizam as fraquezas.


AMBIENTE EXTERNO: Todos os elementos que, atuando fora de uma organização, são relevantes para suas operações; incluem variáveis econômicas, demográficas, tecnológicas, político-legais e socioculturais.


AMBIENTE INTERNO: Elementos controláveis pela organização que impactam sua capacidade de obter lucros, negativa ou positivamente. Envolve clientes, concorrentes, distribuidores, fornecedores, etc.


Agora veja só o que dá pra fazer de legal com a Matriz FOFA. Cruzando as informações, é possível traçar algumas estratégias de ação. Vamos lá:




Estratégias de Capitalização

Forças x Oportunidades – Área de domínio da empresa

Use seus pontos fortes para aproveitar as suas oportunidades. Ações incluem o desenvolvimento:

  • De negócios;
  • De produtos;
  • Financeiro;
  • De capacidades;
  • De estabilidade;
  • De diversificação.

Estratégias de Crescimento

Fraquezas x Oportunidades – Área de aproveitamento potencial

Modifique seus pontos fracos para aproveitar oportunidades. Busque por:

  • Inovação;
  • Internacionalização;
  • Parcerias;
  • Expansão.

Estratégias de Manutenção

Forças x Ameaças - Área de risco enfrentável

Use seus pontos fortes para evitar ameaças. Foque em:

  • Estabilidade;
  • Nichos;
  • Especialização.

Estratégias de Sobrevivência

Fraquezas x Ameaças – Área de risco acentuada

Minimize os pontos fracos e evite as ameaças. Opte por:

  • Redução de custos;
  • Desinvestimento;
  • Liquidação do negócio.


Lembre-se do Mantra:

Toda Força é uma Fraqueza em potencial…

…Toda Fraqueza é uma Força em potencial…

…Toda Oportunidade é uma Ameaça em potencial…

…Toda Ameaça é uma Oportunidade em potencial…

Falei demais! Chega! Por hoje é só!

1 de jul. de 2009

Widgets: Sofisticação para o e-Marketing

Você tem um plano para Widgets? Muito tem sido discutido acerca dos diferentes tipos de widgets, gadgets e botões, mas o quão importante são eles para sua estratégia de marketing online?

Widgets são variações de ferramentas disponíveis em um website ou desktop de um usuário. Destinam-se tanto para oferecer alguma funcionalidade específica, como uma calculadora, como para disponibilizar informações em tempo real, a exemplo das pequenas caixinhas com notícias sobre o tempo.

Geralmente posicionados nas barras laterais do navegador ou desktop, os widgets são relativamente simples de implementar (algumas linhas de Java Script).

Vamos ver os principais tipos de widgets disponíveis atualmente:

#Web Widgets

Os web widgets têm sido utilizados há tempos para Programas de Afiliados. Como exemplo, você pode conferir os famosos botões da Amazon aqui Mais exemplos de web widgets, procure por qualquer um dos caras abaixo. Tem muita coisa legal.

#Google Gadgets

O Google possui um API que torna simples a criação e compartilhamento de gadgets. Veja exemplos aqui.

#Gadgets de Desktop

Estes tipos de widgets estão rodando por aí há tempos. Quem tem Windows Vista sabe do que estamos falando. Quem não tem veja aqui.

#Widgets de Redes Sociais

Esse tipo de widget está em todo lugar. Aqui mesmo no iMasters, no topo de cada matéria, é possível enviar o texto para o Digg, Twitter e Del.icio.us. Além de oferecer atalhos para visitantes, são úteis para ranquear os artigos em nível de popularidade. O mais legal desses widgets é o encorajamento gerado para criar inbound links, ótimo para incrementar as atividades de SEO.

#Aplicações do Facebook

Este é um caso a parte. O Facebook permite que os desenvolvedores criem pequenas aplicações interativas que os usuários podem adicionar ao seu perfil. Observe que entre as aplicações top, a grande parte não está relacionada a alguma marca, mas entre as top 10 temos duas ou três que representam alguma bandeira.

#Widgets para aparelhos móveis

Os tipos de widgets citados acima são facilmente adaptáveis para celulares. Entretanto, investir neste segmento requer consciência de que estamos falando em impactar nichos, como executivos que possuem blackberry.

Como os widgets integram a estratégia de marketing online?

Os widgets combinam algumas técnicas de web marketing:

  • PR Onine e Marketing Viral
  • Branding
  • Geração de Leads através de Programa de Afiliados

Ao encorajar seus parceiros a utilizar seus widgets, você empreende na evangelização de seu público sobre sua marca e interage com os usuários mesmo quando não estão no seu site. Os principais benefícios são:

  • Aumento do alcance, pois atinge uma audiência dispersa, que não está no seu site;
  • Oferece experiência rich media ao usuário, com alto nível de engajamento;
  • Direcionador de tráfego pra seu website, dando suporte ao SEO;
  • Mash-ups para profunda integração;
  • Baixo custo;
  • Suporte ao SEO.

Entretanto, leve em consideração que pensar em widgets significa pensar em uma parte de seu plano de web marketing. Investir somente no desenvolvimento destas pequenas aplicações não trará nenhum resultado significativo, seja qual for seu objetivo.

That's all folks!

19 de jun. de 2009

Web Marketing B2B: do lead ao branding

Depois de receber um comentário e fazer algumas pesquisas, constatei que muito do que se fala sobre web marketing por aí refere-se ao mercado B2B. Resolvi investigar e vi recorrências sobre uma mudança no mix de marketing para este mercado. Vamos aos fatos.

De acordo com um estudo realizado pela Marketing Profs em conjunto com a Forrester em 2008, os altos executivos de marketing entrevistados afirmaram que mesmo diante de uma desaceleração econômica, seus budgets permaneceriam intocáveis ou até mesmo aumentariam.

Os mesmo destemidos e otimistas executivos (ou pelo menos aqueles que mantiveram seus empregos) viram o budget encolher em 2009 e perceberam que deveriam ser mais seletivos e criteriosos. E adivinha "quem" virou a menina dos olhos do marketing?

A WEB!

Quase metade dos profissionais entrevistados afirmou que planeja investir parcelas cada vez maiores em marketing online.

A grosso modo, vamos considerar aqui que o web marketing B2B tem dois alicerces básicos: Geração de Leads e Branding. Sob o ponto de vista business-to-business, empresas menores e com orçamentos mais tímidos preferem focar em geração e conversão de leads; companhias maiores, também investem em branding. Vamos ver agora pontos que não podem faltar em qualquer plano de web marketing.

SEO e PPC

Veja o gráfico abaixo.

Como mostra o gráfico, compradores estão muito mais propensos a encontrar fornecedores quando eles estão prontos para comprar do que responder a um contato do vendedor que pode ou não impactá-los na hora certa.

Segundo dados do mercado, 75% dos compradores B2B usam mecanismos de busca para pesquisar fabricantes e distribuidores. Quanto aos resultados das pesquisas, 75% dos cliques são em busca orgânica. Uma estratégia de SEO bem feita, aliada à otimização de conteúdo e link building, é o start up para qualquer plano.

Para dominar os mecanismos de busca, mesmo com os resultados acima, não desconsidere o Google Adwords. Pequenos anúncios de texto são ideais para começar. SEO e PPC são ótimos para gerar leads.

AD Networks

Uma Ad Network é uma rede que conecta múltiplos websites para hospedagem de anúncios. Existem redes especializadas em verticais; exemplos lá de fora conhecidos são o Industrybrains e Bizo. No Brasil, uma rede focada em verticais é a All Match Ad Network. Ad Networks são ideais para quem quer incrementar o branding com alta exposição de marca.

Programas pagos para geração de leads

Algumas empresas têm adotado ferramentas pagas para geração de leads qualificados. Geralmente, pacotes com números determinados de leads são comercializados; a empresa interessada disponibiliza whitepapers, podcasts, webcast, cases e etc, oferecidos através de cadastros. Quanto mais segmentado o portal que oferece o download, mais qualificado o lead.

Email Marketing e patrocínio de newsletters

Ações de email marketing têm se mostrado altamente efetivas para geração de leads e conversão. Em uma pesquisa fresquinha da Forbes, lançada neste mês, 39% dos entrevistados julgaram o email marketing como ação ideal para conversão.

Patrocínio de Newsletter

Patrocinar newsletters não é caro e nem intrusivo. Por dividir espaço com conteúdo editorial, tem forte apelo de branding, já que associar uma empresa a certo tipo de conteúdo relevante para determinado público é pura estratégia de percepção de marca. Leve em conta também que newsletters com temas profissionais são lidas com mais atenção do que aquelas com temas pessoais. Ou vai dizer que você nunca comentou perto do seu chefe algum dado de mercado só para impressionar? Eu já.

Banner advertising

Ainda dá para levar em conta, mas atenção: só se for estratégia de branding. É o arroz e feijão do online advertising. Contudo, uma tendência comportamental foi verificada entre os usuários web: estamos falando de banner blindness. Estudos de eye tracking comprovam que os banners têm sido cada vez menos visualizados.


Um ou dois banners por página é ideal, mas não espere altos CTR's. Essa dica vale para B2B ou B2C, já que quem está sentado na frente do monitor é sempre o ser humano.

Muitas outras ações, isoladas, podem ser adaptadas do B2C para o B2B, como por exemplo, mídia social. Investimento em Social Media não dá lucro em curto prazo, até porque não é esse seu objetivo. Se o seu chefe é do tipo que adora perguntar "Quanto isso já reverteu em venda?", espere um pouco para incluir esse tipo de iniciativa no seu mix de marketing B2B.

That's all folks!

Fonte:

Marcela Daniotti - iMasters

12 de jun. de 2009

Online Marketing Effectiveness

Nada melhor do que Dados sobre a Efetividade do Marketing Online nesse 12 de junho. =)

Search is first.

What is the best way to generate sales online?

While the answer may vary slightly depending on the size of the ad budget, a Forbes study says marketers of all sizes should start with search.

Forty-eight percent of marketers said that search engine optimization (SEO) was the best method for generating conversions online. More than one-half of marketers with budgets over $1 million agreed.

Most Effective Online Marketing Tactic for Generating Conversions According to US* Senior-Level Marketing Executives, by Budget Size, February-March 2009 (% of respondents)

The next-most-effective conversion tactic for smaller marketers was e-mail and e-newsletters, followed by pay-per-click and search ads, behavioral targeting and page sponsorships.

For larger marketers, the list of effective online tactics was nearly the same, except search and e-mail were flipped. Pay-per-impression ads were also more effective for larger marketers (presumably because they have the funds to experiment in an expensive medium).

To build, maintain or change brand perceptions required different tactics, however.

For both small- and large-budget marketers, site or page sponsorship and SEO were considered the most effective ways to build a brand online.

Most Effective Online Marketing Tactic for Affecting Brand Perceptions According to US* Senior-Level Marketing Executives, by Budget Size, February-March 2009 (% of respondents)

Pay-per-impression ads came next on the list for big spenders, while the more budget-constricted focused on e-mail newsletters, pay-per-impression and viral marketing.

Perhaps in anticipation of the end of the recession (see A Short-Term Marketing Focus), marketers are changing their spending priorities in the six months after March 2009 to feature more viral marketing, SEO, behavioral targeting and pay-per-click.

Change in Online Marketing Budget Allocation in the Next Six Months According to US* Senior-Level Marketing Executives, by Tactic, February-March 2009 (% of respondents)

Overall, 57% of respondents said they still spend less than 25% of their marketing budgets online.

Fonte:

eMarketer


10 de jun. de 2009

WebGuerrilheiros: como fazer muito com pouco

Hoje vamos falar um pouco sobre guerrilha. Depois do Social Media Brasil (#smbr), mais especificamente depois de ouvir o Gustavo Fortes (@Gfortes) falando de guerrilha, achei bacana falar sobre o assunto, com um enfoque de web. Antes, uma pincelada de etimologia.

"Guerrilha" refere-se a um tipo de guerra cuja principal estratégia é a ocultação e mobilidade dos combatentes, que geralmente pertencem ao lado mais fraco da batalha.

Trazendo para o âmbito dos negócios, podemos dizer que Marketing de Guerrilha consiste em táticas utilizadas por empresas menores com o objetivo de combater grandes concorrentes, possuindo um budget apertado. Hoje, também vemos grandes empresas que dizem praticar o marketing de guerrilha. Entretanto, além de não contar com a mobilidade e a capacidade de "camuflagem" de empresas menores, tenho cá minhas dúvidas sobre o budget empregado nessas ações. Algumas (não todas, não vamos generalizar) ações de guerrilha de grandes empresas tomam proporções gigantescas dignas de espetáculo da Broadway.

Chega de definições. Estamos falando de Web Marketing. Então vamos à pergunta:

"Os guerrilheiros podem competir com grandes empresas na web?"

Claro. São os WebGuerrilheiros. E ninguém melhor que eles para saber que não há "lugar" mais apropriado para um pequeno negócio ganhar visibilidade do que a web.

Você agora está pensando..."Balela! A verba do meu maior concorrente só para comprar de banner deve ser o dobro do faturamento da companhia onde eu trabalho. Visibilidade é só para os grandes".

Sim, é claro...Grandes empresas têm vantagens. Elas têm verba, podem comprar espaços publicitários em portais de alto tráfego, têm equipes destinadas exclusivamente à produção de conteúdo. Mas não se engane. Elas têm desvantagens. E como um WebGuerrilheiro de respeito, é por aí que começarão seus ataques.

Fraqueza 1 > Grandes Empresas, Grandes Despesas

Grandes empresas têm custos de overhead muito mais altos. Obviamente, grandes empresas só se envolvem em projetos que sejam altamente rentáveis.

Pequenas empresas podem atuar em nichos desprezados pelas grandes corporações. Lembre-se: o que não é rentável para uma grande empresa pode ser muito interessante para empresas menores.

Cheque os websites de seus principais concorrentes e verifique a existência de serviços cobrados ou recursos restritos a usuários cadastrados. Agregue estes recursos e serviços similares as suas ofertas, como cortesia. Whitepapers, versões trial de seu produto, amostras. Tudo o que o seu concorrente não faz. Guerr@ é guerr@.

Fraqueza 2 > Grandes empresas, pouca mobilidade

Essa fraqueza é comum a quase todas as grandes empresas. Para mudar um simples botão de lugar na homepage, além do teste A/B, é preciso passar por aprovação do supervisor, gerente, diretor, convocar reunião, pós reunião, apresentar argumentos em power point e por aí vai.

Pequenas empresas decidem mais rapidamente. Ou pelo menos deveriam. Você, como pequena empresa, deve ser avesso à burocracia. Torne o processo participativo, e a implementação torna-se tão rápida quanto as decisões, já que todos "apoiaram a causa" previamente. Decisões e mudanças rápidas devem ser lei para todo WebGuerrilheiro. Seu site precisa de mudanças? Faça. Surgiu a necessidade de uma campanha relâmpago? Mãos à obra.

Fraqueza 3 > Grandes empresas deixam pegadas

Tudo o que uma grande empresa faz, ganha rápida exposição. Bom? Nem sempre. É muito fácil rastrear e prever os movimentos de grandes corporações. Uma boa dica é checar os backlinks do concorrente. Use o Yahoo!Site Explorer ou o Google Webmaster Tools, por exemplo, e verifique a atividade de link building dos gigantes. Dessa forma, você consegue visualizar a estratégia focal da concorrência.

Tenha sempre em mente:

  • Na web, todos podem ter voz
  • A web é o local mais eficiente e econômico para divulgar seus produtos e serviços em nível local, nacional e global
  • Pequenas empresas conseguem investigar a concorrência sem serem descobertas: use técnicas de camuflagem
  • Com o SEO afinado, você estará lado a lado do concorrente nos rankings de busca

That's all, folks! Até a próxima!

Fonte:

Marcela Daniotti - iMasters

28 de abr. de 2009

Web Analytics: Além da implementação


A trajetória de um Agente de Mudanças

Excelente. O departamento de marketing finalmente adotou o uso de uma ferramenta de Web Analytics. Parece que, finalmente, a alta diretoria da empresa compreendeu a importância de mensurar as iniciativas Web.

Entretanto, parece que o processo parou na implementação. A ferramenta funciona muito bem, e milhares de dados são gerados diariamente. E é aí que você percebe que algo deve ser feito. Sua empresa é uma mera colecionadora de métricas? Caso a resposta seja positiva, parabéns. Você será o responsável por mudar isso.

Quando você parte para a obtenção de valor de sua ferramenta de Web Analytics, há grandes chances de se surpreender com alguns obstáculos impostos por sua própria empresa. Políticas internas e procedimentos podem ser muito inflexíveis. A tomada de decisões geralmente é um processo custoso, ou pior: às vezes não está claro quem deve tomar as decisões adequadas.

O processo de metamorfose de uma empresa que somente gera dados para uma empresa que os direciona pode ser longo e doloroso, especialmente quando VOCÊ teme ser caracterizado como o Agente de Mudanças, já que em muitas culturas organizacionais isso ainda é considerado como algo negativo. Analistas e administradores, em teoria, deveriam ser as pessoas mais próximas dos dados gerados e, portanto, os responsáveis pelo rumo destas informações, como coordenar projetos com outros departamentos, identificar oportunidades de crescimento, integrar as informações com sistemas back-end, desenvolver padrões e modelos de governança, fazer análises de custo benefício relativas aos esforços de marketing, etc. Saiba que seu plano de mudança vai envolver e impactar muitas pessoas e atividades.

Não há escapatória. Você deve encarar o fato de que suas iniciativas vão gerar alguns conflitos. No entanto, através de planejamento, é possível se precaver. Veja algumas sugestões para obter sucesso como um Agente de Mudanças na área de Web Métricas de sua empresa.

1. Mapeie as possíveis dependências
Para identificar mais facilmente os possíveis "gargalos", liste todos os processos em sua organização que podem impactar ou serem impactados pelos seus esforços de mudança. Tente focar no cenário atual - como as coisas realmente são e não como deveriam ser. Essa lista deve incluir planejamento de budget, processos de campanhas de marketing, características do website, dados de segurança, questões legais etc.

2. Identifique seus públicos internos
Pense nas pessoas que serão impactadas pelo seu novo plano de Web Analytics. Isso inclui toda e qualquer pessoa atingida, independente do grau de impacto. Pense inclusive nos executivos que deveriam receber os dados de análise e não recebem.

3. Defina os tipos de impactos das mudanças
Determine quais tipos de impactos possivelmente surgirão. Aproveite a lista de pessoas impactadas e as separe em categorias. Tipos de impacto podem incluir:

  • Mudanças de processos;
  • Eliminação de processos;
  • Mudanças relativas a controle ou autoridade;
  • Alterações no budget.

4. Transforme possíveis problemas em oportunidades
De acordo com o material que você reuniu até o presente momento, pense em como você pode reverter impactos negativos em positivos. Não pense somente em problemas, mas também em soluções. Com certeza, o buzz inicial gerado a partir do seu programa de mudanças será mais negativo do que positivo; pessoas são avessas a mudanças e se negam a sair da zona de conforto. Neutralize as reclamações com soluções.

5. Envolva públicos internos e stakeholders no seu planejamento
Agora que você já sabe onde estão as oportunidades e os prováveis focos de conflitos, já é possível informar ao público interno sobre as transformações que virão. Caso as mudanças signifiquem mais tempo para executar outras tarefas (às vezes mais relevantes!), aprofunde-se neste argumento. A otimização do tempo é sempre uma boa pedida.

6. Mantenha-se focado no resultado final, mas respeite o passo a passo
Embora você tenha objetivos ambiciosos a longo prazo, defina metas específicas, a curto prazo. Os resultados devem aparecer de forma gradual; pouco a pouco, as mudanças se tornarão parte integrante do processo, tirando o peso das suas costas. Quando isso ocorrer, pode-se dizer que a cultura da empresa está finalmente em transformação.

Ser um agente de mudanças não traz somente benefícios para sua empresa. Como profissional, é importante buscar novas aptidões e habilidades. O mercado valoriza profissionais capazes de se reinventar, principalmente quando estamos falando de Internet!

Boa sorte com seu plano de mudanças!


Fonte:
Marcela Daniotti - iMasters

25 de abr. de 2009

Web Marketing em tempos de crise

O momento perfeito!

Em tempos de crise, as organizações passam a olhar para dentro. Eficiência e redução de custos fixos são os requisitos mais valorizados em qualquer plano de ação. Com certeza, muitos profissionais de marketing estão vendo o budget do departamento sendo cortado e/ou realocado; em contrapartida, a web vem apresentando o melhor resultado entre os canais de venda, apoiando-se no fato de que o tráfego de busca independe de condições econômicas (a web não para!). Alerta: investir em web marketing pode ser a oportunidade que todos buscavam para apostar no novo.

Em meio à crise, investir em web marketing significa apoderar-se de blogs, podcasts, vídeos, fotos, e-books, PR e, principalmente SEO (entre outras vantagens, com SEO é possível gerar resultados rápidos, seja para fim institucional, fidelização ou vendas - tudo isso de forma 100% mensurável.)

Em pesquisa realizada pela Forma Editora, mais da metade dos entrevistados vê a atual crise econômica como oportunidade. A mídia eletrônica chama a atenção para a pesquisa. Aproximadamente 38% das empresas entrevistadas irão investir em mídia digital.

Dados do mercado PPC norte-americano mostram que o gasto com online advertising não declinam antes, durante ou depois de um período de recessão; o que pode ocorrer é uma desaceleração do crescimento.

Já no Brasil, segundo os números do Projeto Inter-Meios, o setor de publicidade na web promete manter a taxa de crescimento superior aos 20% registrados nos últimos anos.

E por quê? Por que a situação segue otimista para a publicidade na Internet?

Uma das principais explicações é a flexibilidade de uma campanha online em comparação a outros tipos de campanha. Ao contrário de outras mídias, é perfeitamente possível fazer alterações rápidas nestas ações.

Inúmeras pesquisas indicam o crescimento das vendas online. Mais de 13 milhões de brasileiros compraram pela Internet em 2008, 35% a mais que em 2007. Isto reflete a ampliação do poder de compra, principalmente devido ao aumento da participação da classe C no comércio eletrônico.

Resultados apontam que cerca de 11% das vendas online são originadas através de campanhas de e-mail marketing e que, dentre as melhores técnicas de marketing digital, este tipo de ação apresenta um dos ROIs mais otimistas.

Atente para alguns pontos em suas iniciativas de marketing online:

  • Otimize suas campanhas pay per click, especialmente se você possui uma área de e-commerce em seu website;
  • Aproveite para focar nos produtos líderes de conversão; não é um bom momento para testes, principalmente se o budget está sendo revisto;
  • Faça uma revisão de suas landing pages, funis de conversão e relevância das palavras chave;
  • Preste atenção nas ferramentas de Web Analytics: elas revelam as oportunidades que seu site pode oferecer.

Acredito que é justamente em períodos difíceis que o setor cresce mais rápido. Em momentos de dificuldade deve-se investir naquilo que traga o melhor retorno possível - e é possível obter muito mais retorno com o mundo digital do que com qualquer outro meio. Que tal prestar mais atenção neste tipo de estratégia?

Marcela Daniotti - iMasters

Aumentando o ROI e alavancando vendas com Landing Pages

Somente a título informativo, já que não é mais assunto novo, uma breve definição: Landing page é a página onde as pessoas "caem" quando clicam em um anúncio online, resultado de busca, link de e-mail ou URL em meio offline.

Em uma landing page, você pode esperar algumas coisas do usuário, dentre elas:

  • Que ele leia alguma informação;
  • Que ele compre algo que você esteja vendendo;
  • Que ele forneça as informações de contato;
  • Todas as alternativas acima!

De acordo com um estudo realizado pelo Instituto Marketing Sherpa, cada vez mais as landing pages são implementadas nas iniciativas de web marketing. Entretanto, verifica-se que alguns profissionais ainda deixam de fora de suas ações web a prática das landing pages. Como pode?

Não vamos nos aprofundar no mérito da discussão "use landing pages"; vale ressaltar somente que se levarmos em consideração o ROI de suas ações web, você terá muito mais resultado ao direcionar suas iniciativas para uma landing page ao invés de utilizar a homepage de sua empresa; nem todas as pessoas perderão tempo navegando por todas as suas páginas atrás daquilo que motivou o clique em um e-mail, por exemplo. Para alavancar vendas, adote as landing pages.

Contudo, além de usá-las, é importante pensar em otimização. Vamos ver como landing pages podem aumentar sua conversão e adquirir leads qualificados.

Landing pages aprimoradas alavancam qualquer campanha e otimizam seu custo de conversão, que pode ser calculado da seguinte forma:

Custo por clique x taxa de conversão = custo por conversão

Pensando além: Melhores Práticas

Cada tipo de negócio exige um approach diferente; não existe milagre e nem regra. É aconselhável que cada empresa desenvolva o seu próprio documento de melhores práticas. No entanto, alguns pontos devem ser comuns a todas as estratégias para otimizar landing pages:

  • Cabeçalho claro, que comunique diretamente o seu objetivo principal;
  • Uma imagem condizente com o que você está comunicando;
  • Navegação mínima: a landing page não é uma homepage; procure usar conteúdo
  • Caso haja formulários, não exagere no número de campos;
  • Botões persuasivos: botões foram concebidos para serem clicados
  • Fácil de carregar: nem todo mundo tem a mesma banda larga que você.

Momento da auto-avaliação

Pergunte-se:

  • Caso haja formulários, existem mais de 8 campos? Esses campos são de preenchimento relevante para alguém que provavelmente está na fase inicial do ciclo de compra?
  • As imagens e outros elementos gráficos estão em boa qualidade (resolução)?
  • Os elementos críticos da sua landing page (imagens, formulários, botões) estão acima da dobra da página?
  • Existe um telefone para contato em sua landing page?

Outro ponto importante é manter a identidade entre a peça de sua campanha web e a landing page. O usuário deve sentir que existe uma continuidade entre o que motivou o clique e a landing page. Para isto, use os mesmos elementos gráficos, o mesmo estilo de redação e a mesma essência de conteúdo.

As melhores landing pages respondem a 3 perguntas em menos de 5 segundos:

  1. O que está sendo oferecido?
  2. Por que eu devo ler esta página?
  3. Como eu devo proceder nesta página?

Toda a preocupação acima será em vão se você não medir sua iniciativa. Nesse caso, um bom software de web analytics fará a mensuração da sua conversão.

Facilite a entrada em sua landing page e dificulte a saída dela!

Fonte:

Marcela Daniotti - iMasters