18 de jun. de 2009

Petição para recriar o Design no Dólar

Os boletins dos grupos do linkedin sempre trazem coisas interessantes.

Desde os anos 30 nenhuma mudança significativa é feita no design da nota, e desde a mesma década não é feita uma grande reforma econômica como a proposta recentemente pelo Governo Obama. Alguns americanos acham que agora é o momento ideal de mudar.

Petition to ReDesign the Dollar

17 de jun. de 2009

Twitter coordena protestos no Irã

Twitter coordena protestos no Irã

17/06/09


No terceiro dia seguido de protestos no Irã, o acesso à internet virou uma prioridade entre manifestantes que se organizam online e denunciam fraude eleitoral pelo Twitter, Facebook e SMS.

Controlar o acesso à web tornou-se fundamental para o governo do Irã tentar desarticular manifestantes que pedem novas eleições no país, após o pleito de sexta-feira (12) indicar reeleição do atual presidente Mahmoud Ahmadinejad.

Desde domingo, protestos na capital do país são organizados via Twitter, troca de SMS ou mensagens deixadas em redes sociais, ferramentas que escapam à censura estatal. No Twitter, pelo terceiro dia seguido, a tag #IranElection aparece como a mais popular na lista de trading topics.

Entre as mensagens encontradas estão informações como “o protesto das 17 horas está confirmado” ou “Mohammad Khatami (ex presidente iraniano) está do nosso lado e marchará em protesto ao lado de Mir-Hossein Mousavi (candidato oposicionista nas eleições).

Usuários reclamam no Twitter de lentidão excessiva na web local e do bloqueio de mensagens SMS pelas operadoras iranianas, acusando o governo de tentar inibir a comunicação popular. Meios tradicionais de comunicação, como TVs e jornais pedem calma à população e são sabidamente controlados pelo governo iraniano.

Um dos perfis do Twitter, o @mousavi1388 é atribuído ao próprio oposicionista Mir Mousavi e lidera as denúncias de fraude eleitoral, manipulação midiática e golpe contra o desejo legítimo da população local.

Muitos usuários do Twitter pedem que o americano Barack Obama use uma gravata verde em sinal de apoio a Mousavi. A gravata é um símbolo de rebeldia no Irã, por ser um acessório notadamente ocidental e a cor verde uma referência à campanha de Mousavi.

A relevância do Twitter nos protestos iranianos levou a ferramenta de microblog a adiar uma atualização programada que deixaria o serviço fora do ar.

Outro episódio envolvendo o uso da web foi o ataque de negação de serviços movido contra sites oficiais iranianos, como o da presidência re república e do ministério das relações exteriores.

Ataques de negação, chamados de DDOS na sigla em inglês, são caracterizados por um modo artificial de fazer muitas requisições a um único servidor, sobrecarregando-o e forçando o equipamento a não dar conta dos usuários que tentam carregar a página.

Fonte:

Felipe Zmoginski, de INFO Online

12 de jun. de 2009

Online Marketing Effectiveness

Nada melhor do que Dados sobre a Efetividade do Marketing Online nesse 12 de junho. =)

Search is first.

What is the best way to generate sales online?

While the answer may vary slightly depending on the size of the ad budget, a Forbes study says marketers of all sizes should start with search.

Forty-eight percent of marketers said that search engine optimization (SEO) was the best method for generating conversions online. More than one-half of marketers with budgets over $1 million agreed.

Most Effective Online Marketing Tactic for Generating Conversions According to US* Senior-Level Marketing Executives, by Budget Size, February-March 2009 (% of respondents)

The next-most-effective conversion tactic for smaller marketers was e-mail and e-newsletters, followed by pay-per-click and search ads, behavioral targeting and page sponsorships.

For larger marketers, the list of effective online tactics was nearly the same, except search and e-mail were flipped. Pay-per-impression ads were also more effective for larger marketers (presumably because they have the funds to experiment in an expensive medium).

To build, maintain or change brand perceptions required different tactics, however.

For both small- and large-budget marketers, site or page sponsorship and SEO were considered the most effective ways to build a brand online.

Most Effective Online Marketing Tactic for Affecting Brand Perceptions According to US* Senior-Level Marketing Executives, by Budget Size, February-March 2009 (% of respondents)

Pay-per-impression ads came next on the list for big spenders, while the more budget-constricted focused on e-mail newsletters, pay-per-impression and viral marketing.

Perhaps in anticipation of the end of the recession (see A Short-Term Marketing Focus), marketers are changing their spending priorities in the six months after March 2009 to feature more viral marketing, SEO, behavioral targeting and pay-per-click.

Change in Online Marketing Budget Allocation in the Next Six Months According to US* Senior-Level Marketing Executives, by Tactic, February-March 2009 (% of respondents)

Overall, 57% of respondents said they still spend less than 25% of their marketing budgets online.

Fonte:

eMarketer


10 de jun. de 2009

WebGuerrilheiros: como fazer muito com pouco

Hoje vamos falar um pouco sobre guerrilha. Depois do Social Media Brasil (#smbr), mais especificamente depois de ouvir o Gustavo Fortes (@Gfortes) falando de guerrilha, achei bacana falar sobre o assunto, com um enfoque de web. Antes, uma pincelada de etimologia.

"Guerrilha" refere-se a um tipo de guerra cuja principal estratégia é a ocultação e mobilidade dos combatentes, que geralmente pertencem ao lado mais fraco da batalha.

Trazendo para o âmbito dos negócios, podemos dizer que Marketing de Guerrilha consiste em táticas utilizadas por empresas menores com o objetivo de combater grandes concorrentes, possuindo um budget apertado. Hoje, também vemos grandes empresas que dizem praticar o marketing de guerrilha. Entretanto, além de não contar com a mobilidade e a capacidade de "camuflagem" de empresas menores, tenho cá minhas dúvidas sobre o budget empregado nessas ações. Algumas (não todas, não vamos generalizar) ações de guerrilha de grandes empresas tomam proporções gigantescas dignas de espetáculo da Broadway.

Chega de definições. Estamos falando de Web Marketing. Então vamos à pergunta:

"Os guerrilheiros podem competir com grandes empresas na web?"

Claro. São os WebGuerrilheiros. E ninguém melhor que eles para saber que não há "lugar" mais apropriado para um pequeno negócio ganhar visibilidade do que a web.

Você agora está pensando..."Balela! A verba do meu maior concorrente só para comprar de banner deve ser o dobro do faturamento da companhia onde eu trabalho. Visibilidade é só para os grandes".

Sim, é claro...Grandes empresas têm vantagens. Elas têm verba, podem comprar espaços publicitários em portais de alto tráfego, têm equipes destinadas exclusivamente à produção de conteúdo. Mas não se engane. Elas têm desvantagens. E como um WebGuerrilheiro de respeito, é por aí que começarão seus ataques.

Fraqueza 1 > Grandes Empresas, Grandes Despesas

Grandes empresas têm custos de overhead muito mais altos. Obviamente, grandes empresas só se envolvem em projetos que sejam altamente rentáveis.

Pequenas empresas podem atuar em nichos desprezados pelas grandes corporações. Lembre-se: o que não é rentável para uma grande empresa pode ser muito interessante para empresas menores.

Cheque os websites de seus principais concorrentes e verifique a existência de serviços cobrados ou recursos restritos a usuários cadastrados. Agregue estes recursos e serviços similares as suas ofertas, como cortesia. Whitepapers, versões trial de seu produto, amostras. Tudo o que o seu concorrente não faz. Guerr@ é guerr@.

Fraqueza 2 > Grandes empresas, pouca mobilidade

Essa fraqueza é comum a quase todas as grandes empresas. Para mudar um simples botão de lugar na homepage, além do teste A/B, é preciso passar por aprovação do supervisor, gerente, diretor, convocar reunião, pós reunião, apresentar argumentos em power point e por aí vai.

Pequenas empresas decidem mais rapidamente. Ou pelo menos deveriam. Você, como pequena empresa, deve ser avesso à burocracia. Torne o processo participativo, e a implementação torna-se tão rápida quanto as decisões, já que todos "apoiaram a causa" previamente. Decisões e mudanças rápidas devem ser lei para todo WebGuerrilheiro. Seu site precisa de mudanças? Faça. Surgiu a necessidade de uma campanha relâmpago? Mãos à obra.

Fraqueza 3 > Grandes empresas deixam pegadas

Tudo o que uma grande empresa faz, ganha rápida exposição. Bom? Nem sempre. É muito fácil rastrear e prever os movimentos de grandes corporações. Uma boa dica é checar os backlinks do concorrente. Use o Yahoo!Site Explorer ou o Google Webmaster Tools, por exemplo, e verifique a atividade de link building dos gigantes. Dessa forma, você consegue visualizar a estratégia focal da concorrência.

Tenha sempre em mente:

  • Na web, todos podem ter voz
  • A web é o local mais eficiente e econômico para divulgar seus produtos e serviços em nível local, nacional e global
  • Pequenas empresas conseguem investigar a concorrência sem serem descobertas: use técnicas de camuflagem
  • Com o SEO afinado, você estará lado a lado do concorrente nos rankings de busca

That's all, folks! Até a próxima!

Fonte:

Marcela Daniotti - iMasters

8 de jun. de 2009

Women Who Blog

jUNE 5, 2009

Sure women love social media—did you ever have any doubts?

The “2009 Social Media Study” from BlogHer, iVillage and Compass Partners found that women are turning to all sorts of social media for fun, entertainment, community and connection.

More than one-half (53%) of the US female Internet population of 79 million actively participated in some type of social media at least weekly.

Of the female social media participants, 75% took part in social networking and 55% used blogs.

US Female Internet Users Who Participate in Social Media Activities, March 2009 (% of respondents)

Nearly 23 million of the social media users read blogs.

US Female Blog Readers and Publishers, March 2009 (% of respondents and millions*)

But many women went beyond merely reading: 12 million posted to blogs and 8 million published them.

In fact, women who used blogs were more than twice as likely to do so when they were seeking information, advice and recommendations than were women who participated in social networking.

Motivation to Participate in Social Networks and Read Blogs According to US Female Internet Users, March 2009 (% of respondents)

When providing advice or contributing to a community, more women also turned to blogs than social networks.

“The scale of social media usage among US women continues to grow, and blogs remain the go-to resource for those who want to gather information, share ideas and get reliable advice,” said Elisa Camahort Page, COO of BlogHer.

Note: To read an excerpt of Ms. Camahort Page’s eMarketer interview, click here.

Women are so enthusiastic about reading and writing blogs, they are stealing time from other media to spend more in the blogosphere and on social network sites.

Traditional Media with Which US Female Internet Users Are Spending Less Time Due to Their Use of Social Media*, March 2008 & March 2009 (% of respondents)

“Bloggers represent a highly engaged and influential segment of social media users for brand marketers looking to connect to consumers online,” said Susan Wright, president of Compass Partners.

Fonte:

eMarketer

4 de jun. de 2009

Níveis de qualificação: maturidade para o marketing digital - Parte 03

Veja o artigo anterior:

Níveis de qualificação: Maturidade para o Marketing Digital

Maturidade para o Marketing Digital

*

Como promessa é dívida, o artigo dessa semana traz os níveis do restante dos pilares do novo modelo de maturidade para o marketing digital. Essa é a terceira e última parte do artigo, então vamos relembrar a sequência:

Parte 1: Maturidade para o Marketing Digital

Parte 2: Níveis de Qualificação: Maturidade para o Marketing Digital

Vamos terminar nosso exercício? Abaixo, o restante dos pilares e seus níveis. Papel e caneta na mão?

4. Análise dos Dados e Insight

Análise de Desempenho do site

1. Utilizamos somente um data source. Normalmente, para avaliar o desempenho do site, usamos métricas como hits, page views e visitas. / Os dados gerados são imprecisos devido a problemas de tagueamento e outras questões técnicas.

2. Para avaliar o desempenho do site, usamos métricas como Top-10, dados de entradas e saídas, taxa de abandono, duração da visita e Unique Visitors. / Utilizamos um ou dois data sources, mas eles não são integrados. / A maioria dos dados gerados é precisa, mas alguns problemas (não tão freqüentes) levam alguns dias ou semanas para serem resolvidos.

3. Os KPIs estão alinhados com os objetivos da empresa, e estão relativamente de acordo com o padrão da indústria. / Utilizamos métricas relacionadas a engajamento e conversão, como visitas, duração e taxa de conversão. / Fazemos path-analysis. / Utilizamos mais de um data source, de forma integrada. / Os dados são muito precisos, e os problemas são resolvidos em poucos dias.

4. A abordagem de mensuração é focada no visitante, e aponta as interações dos indivíduos com a marca. / Métricas de diversos data sources são combinadas para criar KPIs personalizados diretamente relacionados ao negócio. / Vários data sources são utilizados, de forma totalmente integrada. / Os dados são extremamente precisos. Problemas são detectados automaticamente e sanados em menos de um dia útil.

Análise de Marketing Online

1. Não realizamos nenhuma ação em marketing online e/ou não fazemos análise das iniciativas, com exceção de pesquisas on-line.

2. A avaliação das iniciativas de marketing online não está relacionada à estratégia de web analytics da empresa.

  • Algumas ações são tagueadas, mas não de forma consistente.
  • Não há processo formal de criação, utilização ou gerenciamento de campaign IDs.
  • Não há monitoramento dos mecanismos de busca ou diferenciação entre busca paga e orgânica.

3. A avaliação das iniciativas de marketing online não está relacionada à estratégia de web analytics da empresa, mas os times responsáveis por cada uma das áreas se comunicam e dividem informações.

  • A maioria das ações de marketing digital são tagueadas e a atividade básica é monitorada pela ferramenta de web analytics.
  • Existem processos formais para criação, utilização e gerenciamento de campaign IDs, mas não são utilizados de forma consistente.
  • Fazemos o monitoramento básico dos mecanismos de busca, frases e palavras chave. Fazemos diferenciação entre busca paga e busca orgânica.

4. Temos analistas capacitados que realizam a integração de nossos múltiplos data sources e trabalham continuamente na otimização de todos os programas de marketing digital.

  • Todo anúncio web é tagueado com um campaign ID. Utilizamos relatórios com drilldown customizados e rastreamento de eventos.
  • Os Campaign IDs são gerenciados em uma base de dados e descritos em vários campos.
  • As buscas paga e orgânica são relatadas de forma personalizada. Os dados obtidos nas buscas orgânicas são utilizados para otimizar as landing pages.

Mídia Social e Análise da Concorrência

1. Não há compreensão sobre mídia social, sua importância e como pode ser utilizada. Não adotamos o benchmarking como estratégia contra a concorrência.

2. Limitação quanto à compreensão sobre mídia social e/ou análise dos dados disponíveis. / Benchmarking limitado contra os nossos concorrentes.

3. Boa compreensão sobre mídia social e como ela pode ser utilizada em benefício da companhia. / Análise manual dos dados de mídia social e participação limitada em comunidades e discussões. / O Benchmarking é feito consistentemente, utilizando os dados disponíveis.

4. O plano de ações para mídia social é seguido de forma consistente. / Participamos ativamente em discussões de comunidades e fóruns populares. / Fazemos uso de ferramentas especiais para geração de alertas e relatórios sobre a atividade das ações em mídias sociais. / O Benchmarking é feito de forma consistente.

5. Adoção e Governança

Adoção

1. A ferramenta de mensuração é utilizada somente por algumas pessoas da empresa. / Os dados não são compartilhados entre os membros da organização.

2. A ferramenta de mensuração é utilizada por diversas pessoas, mas nem todos os funcionários que deveriam fazem uso.

3. A ferramenta de mensuração é utilizada por todos da empresa que precisam. / Um grupo ou pessoa principal distribui os dados para a maioria das pessoas interessadas. / Os dados sobre as iniciativas de marketing digital são usados de forma inconsistente para tomar decisões, em níveis não executivos da organização.

4. As ferramentas de mensuração são utilizadas consistentemente tanto por um grupo principal quando por indivíduos de grupos de interesse da empresa (em companhias menores, a ferramenta deve ser utilizada ou por um grupo principal, ou por representantes dos grupos de interesses). / Os dados são compartilhados por todos os níveis da organização. / Os dados sobre as iniciativas em marketing digital são utilizados de forma penetrante na tomada de decisões pelos níveis mais altos da organização.

Governança

1. Nenhum processo ou governança são utilizados no programa de mensuração das iniciativas de marketing digital.

2. Entendemos a necessidade de governança, mas poucos ou nenhum processo e/ou procedimento é implementado ou consistentemente seguido.

3. A Governança orienta algumas atividades básicas, como gerenciamento de campanhas, pedidos de novos logins ou alterações na ferramenta de mensuração.

4. A Governança é usada de forma intensiva quanto às mudanças nas tags, gerenciamento e configuração da ferramenta, níveis de usuários e qualidade na auditoria dos dados.

6. Otimização contínua

1. Os dados são utilizados para medir o estado atual das atividades de marketing digital, mas não são direcionados para a otimização.

2. As decisões são baseadas na necessidade percebida. Os dados são utilizados para validar decisões.

3. Os dados são constantemente utilizados para endereçar manualmente problemas de desempenho identificados na análise.

  • A maioria das ações de marketing digital passam por um processo de otimização, mas nem todas são regularmente otimizados.
  • Configuramos os dados baseados nos KPIs das campanhas para descobrir problemas no site, juntamente com instruções para troubleshooting.
  • Os dados são entregues em uma freqüência definida, de forma a orientar um processo contínuo de otimização.

4. Possuímos um mecanismo automatizado de otimização que utiliza tanto dados históricos como em tempo real para servir o site com conteúdo. / Ocasionalmente, os dados são partilhados com parceiros que lidam com outras partes dos programas de marketing digital. / Todas as formas de marketing digital são otimizadas, incluindo anúncios publicitários digitais, busca paga, SEO e etc. / Os dados são entregues em uma freqüência definida, de forma a orientar um processo de otimização contínuo. / Testes A/B multivariados são feitos regularmente antes de mudanças no direcionamento dos dados.

Para responder o questionário, acesse o link. Como falei no primeiro artigo desta sequência, um dos players do mercado tomou a iniciativa de criar o modelo. Trata-se de um questionário resumido; ao respondê-lo, em breve você deverá receber a resposta com os resultados.

Como os próprios idealizadores do modelo dizem, o documento está em desenvolvimento e aguardando por sugestões e incrementos. Cabe ao mercado contribuir para o desenvolvimento de um modelo abrangente e sólido. Mande suas sugestões!

Fonte:

Marcela Daniotti - iMasters

2 de jun. de 2009

Twitter: empresas devem interagir com consumidores, diz pesquisa

São Paulo - Marcas devem ser relevantes e interagir no microblog, afirma Bruna Calheiros da agência Bullet, que mapeou público do Twitter.

Mais de 69% dos consumidores brasileiros que estão no Twitter seguem ou já seguiram marcas no microblog e mais de 53% têm interesse em receber campanhas, desde que sejam relevantes. Estas são algumas das observações do mapeamento dos usuários do Twitter no Brasil, feito com mais de 3.200 internautas pela agência de marketing promocional Bullet.

De acordo com o estudo, o perfil médio de usuários do Twitter é formado por homens (61%), na faixa de 21 a 30 anos de idade, solteiros, do eixo Rio-São Paulo e altamente conectados - passam 46,6 horas por semana na internet e usam outras ferramentas de web 2.0.

Antes de correr para o Twitter, entretanto, as empresas precisam oferecer conteúdos relevantes e interagir com os consumidores do serviço, alerta a autora da pesquisa, Bruna Calheiros, em entrevista ao Podcast IDG Now.

Fonte:

IDG NOW!